A Câmara Municipal de Almenara, sob a presidência do vereador Romércio Gobira, atenta a questões que envolvem o município, realizou na última segunda-feira, dia 19.08.2019, durante a vigésima primeira Reunião Ordinária da Casa, importante debate sobre assuntos relacionados à prestação de serviços executados pela Copasa no município. Participaram da sessão os vereadores, além do presidente Romércio, Alexsandro Ferreira Souza (Sandro Augustinho - vice-presidente), Marconi Pereira Flores (Marconi da Saúde - secretário), Aílton Ferreira de Oliveira (Tim do São Francisco), Cátia Soares de Oliveira (Catinha da Academia), Dilson Ferreira da Silva (Dilsim), Euler Gil Batista (Mister Euler), Luiz Alberto Ferreira Gomes (Luiz Bocão), Marcos Vinicius Fonseca Prates (Tôco), Manoel Batista Silva (Messias) e Sérgio dos Reis Góis de Almeida, que destacaram a ineficiência da prestação de serviços da empresa, principalmente na questão do tratamento de esgotamento sanitário.

A cobrança de tarifa de tratamento do esgotamento sanitário pela COPASA no município, que atinge a 94% do consumo da água, foi tema recorrente, merecendo novos e bem colocados posicionamentos. Sobre esse assunto, ressalte-se que a Câmara Municipal de Almenara já aprovou, por unanimidade, proposição proibindo essa cobrança. Os vereadores destacaram que várias denúncias já foram protocoladas junto a diversos órgãos, uma vez que a COPASA não cumpre cláusulas contratuais estabelecidas com o município.

Na mesma sessão falou-se sobre a denúncia do vereador Tim do São Francisco, junto ao MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), que constatou que o serviço de distribuição de água à população de Almenara é feito ainda por meio de canalização composta por amianto, em 70%. Segundo o parlamentar, o produto é altamente prejudicial à saúde humana, conforme estudos científicos.

O presidente do Legislativo almenarense, Romércio Gobira, considerou pertinentes as colocações dos membros da Casa e enfatizou a necessidade do Ministério Público agir com mais rigor e celeridade nessas questões envolvendo a Copasa, porque as denúncias já foram encaminhadas ao MP, inclusive documentadas com provas.